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Boa tarde - Itabira, domingo, 15 de setembro de 2019   NOTÍCIA SECA CONTATO

DOCUMENTÁRIO  
Capítulo 17º: ITABIRA, ILHA DE BOMBAS ATÔMICAS
Alerta sem alarde e sem alarme 07/02/2019

 
EXPLICAÇÃO ÚTIL
 
 
Estamos no 17º capítulo do DOCUMENTÁRIO. A sequência seria  dar andamento ao relacionamento Vale-Itabira e vice-versa, historicamente. De repente, a própria mineradora Vale, com mais uma de suas distrações, obriga-nos a interromper a série do passado para introduzir, inesperadamente, o presente.
 
 
Explodiu Mariana, mas só morreram, além do rio Doce, seus afluentes e extensas paisagens, além de seus ocupantes eternos — a fauna e a flora —  somente 19 habitantes. Muito pouco, menos de 20 almas chegarem de uma vez ao outro lado da vida. Por isso, as fontes produtoras de mortes, não se comoveram.  Diretores da empresa e muita gente espalhada por toda a região, acharam normal que o Rio Doce e toda a sua bacia fossem assoreados. 
 
 
Agora, em Brumadinho, são mais de 300 seres humanos mortos e desaparecidos, fora os rios que seguem em direção ao Oceano Atlântico via Nordeste Brasileiro, e também flora, fauna e os riscos que os rios oferecem. A badalada barragem de Três Marias pode sumir do mapa com seus prazeres inegáveis, peixes já se preparando para suicidar-se quando chegarem os venenos químicos. Apesar de todo esse dilema, mesmo com conclusões assustadoras, corremos o risco de esquecer tanta amargura vivida agora.
 
 
Agora, o passado se repete com mais clareza ainda e mostra que há uma necessidade premente de ação imediata e não apenas em negociações para o futuro. No caso do fim da mineração, previsto claramente pelo presidente da Vale, contestado loucamente por subordinados dele próprio e por autoridades cegas itabiranas, tudo se complica. Porque nos encontramos numa encruzilhada: ou lutamos pelo futuro econômico, que finda em 2028 com a exaustão mineral, ou preferimos o fim definitivo até mesmo o que conhecemos como Apocalipse. Quem vai dizer que isto é alarde ou alarme falsos? Só se não conhecerem os desastres de 2018 provocados pela mineração — rompimento de mineroduto em Santo Antônio do Grama (Anglo American), desastre em Bento Rodrigues/Mariana (Vale) e agora, em 25 de janeiro de 2019, o megadesastre de Brumadinho (Vale).
 
 
Numa façanha inédita da historiografia, o passado invade o presente. Alguém conhecia ser possível tal  peripécia? Pois vamos explicar rapidamente. Até agora foram citados e transcritos vários autores, os mais competentes e abalizados, em trabalhos de conclusão de curso, em artigos de pós-graduação, em dissertações de mestrado e doutorado e também em livros publicados por editoras importantes.
 
 
INVASÃO, SEGREGAÇÃO, DOMINAÇÃO, MUTAÇÃO
 
 
Maria Cecília  de Souza Minayo, em  “Os homens de ferro: estudo sobre trabalhadores da Vale do Rio Doce em Itabira” (1986); Cecília Maria Viana Camilo de Oliveira, em “Itabira: Desenvolvimento e Dependência” (1992); José Carlos Fernandes de Lima, em  “A sociedade civil de Itabira na década de 90 e a democratização do poder local: avanços e dificuldades” (2002); Francisca Antônia Nunes, em  “Questões Pertinentes a Mineração e seus Reflexos no Município de Itabira” (2002); Maria Cecília de Souza Minayo, em “De Ferro e Flexíveis” (2004); Maria das Graças Souza  e Silva, em “A Terceira Itabira” (2004); Maria do Rosário Guimarães de Souza, em “Da Paciência à resistência: conflitos entre atores sociais, espaço urbano e espaço de mineração” (2007);  Elaine Viza Bastos, em  Itabira e a Companhia Vale do Rio Doce: interações e identidade no tempo da modernidade” (2008);  Cecília Maria Viana Camilo de Oliveira, em “O Espaço Urbano Itabirano: práticas sócio-culturais e identidade no contexto da implantação da Companhia Vale do Rio Doce (2008); Jorge Florentino Botelho, em “A formação do trabalhador do campo em Minas Gerais: o Instituto Agronômico de Itabira/1880-1898 (2009); Roberto Geraldo Rodrigues, em  “Uma viagem pela poética de Carlos Drummond de Andrade,  (re) tratando a marcante presença de Itabira em sua obra” (2011); Ana Gabriela Chaves Ferreira, em “Mineração em serra tanto bate até que seca - A presença da Vale em Itabira para além do desenvolvimento dos conflitos ambientais” (2015) — todos esses representam parte importante das pesquisas que enriquecem este DOCUMENTÁRIO desde capítulo anteriores, cujos levantamentos e transcrições começaram há um ano.
 
 
E todos eles, cada um de seu ângulo, às vezes repetidos por transcrição, lembram claramente façanhas da velha Companhia Vale do Rio Doce que, no decorrer de sua existência, construiu bairros, vilas e aglomerados, a maioria dos quais destruiu logo em seguida, como uma mãe que gera, dá à luz e depois mata. Podem ser citados os aglomerados ou bairros de Santana, Chacrinha, Sagrado Coração de Jesus (Explosivo), Conceição de Cima, Paciência de Cima e parte da Paciência de Baixo, entre outros. 
 
 
Na forma de invasão estampam fatos em que a mineração sucede à vila, sem nenhum escrúpulo — situação muito lembrada por praticamente todos; dominação e segregação foram comuns em todo o decorrer dos 76 anos da empresa em Itabira (ou mesmo antes, considerando que todas as tentativas anteriores a 1942 tinham a tutoria do Estado); Itabira foi feita de acampamento e ainda o é em parte, considerando a sua dependência; finalmente, a mutação é mais intensa que em qualquer outra região brasileira. Itabira também vem sendo uma questão de inquietações e arguições, a maioria sem respostas. Agora vem aí a pior das situações entre todas estas, que pode ser, sem alarde nem alarme, outra Mariana e outro Brumadinho e até sumir do mapa.
 
 
BOMBA  ATÔMICA 1
 
Em 2 de fevereiro, o engenheiro civil Antônio Lambertini, que hoje é gerente do projeto “At Betton Técnica de Construção”, empresa de São Paulo, concedeu entrevista à Rede Bandeirantes de Televisão (Band) e declarou em alto e bom tom que em 2012 trabalhou na construção da Barragem de Itabiruçu, em Itabira. E contou ao repórter que não concordou em assinar o laudo de aprovação de segurança da citada barragem.
 
 
Incrível foi a repercussão negativa em alguns espaços da sociedade itabirana, principalmente o setor político. Alguns atores preferiram partir para o ataque ao engenheiro pelo fato de ter escondido, durante esses sete anos, o segredo que há na barragem, construída em jusante, ou seja insegurança. Para eles seria a hora de ir cobrar ou punir o engenheiro pelo fato, quando, na verdade, ele não teve a obrigação de revelar o segredo, infelizmente. E acabo prestando um reforço às convicções de que Itabiruçu, que tem um volume 200 vezes maior que o de Brumadinho, é uma grande e inegável bomba atômica.
 
 
E temos mais razões a seguir para afirmar que o risco que Itabira corre é de sumir do mapa, caso não se tomem as devidas precauções, as quais terão que ser, imediatamente, urgentes.
 
BOMBA ATÔMICA 2
 
A liquefação, apontada como uma das causas para o rompimento da barragem de Mariana, em 2015, também pode ter motivado a tragédia de Brumadinho, segundo um funcionário da secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais – as razões para o desastre, que deixou até agora mais de 300 entre mortos confirmados e desaparecidos.
Coincidente, fato divulgado pela imprensa agora,  a história  se repete, segundo analistas, em Brumadinho. A notícia pode ser lida em
 
 
https://www.otempo.com.br/cidades/funcion%C3%A1rio-da-vale-estudou-possibilidade-de-liquefa%C3%A7%C3%A3o-da-barragem-i-1.2132196.
 
 
Trata-se de um trabalho do funcionário da Vale há 22 anos, Washington Pirete da Silva, que aponta a liquefação como causa básica dos acidentes em seu trabalho de mestrado em engenharia geotécnica pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).
 
 
O texto cita o risco para as barragens construídas a montante. Contudo, a liquefação para alguns técnicos, constitui um fator fatal para todas as barragens. Então, o estudo do funcionário da empresa causadora do problema deve valer também para Itabira, que possui outras barragens a montante e, no caso de Itabiruçu, mesmo jusante, constitui algo gigantesco, com cerca de 220 milhões de metros cúbicos de rejeito amontoados e em plena situação de alteamento, processo iniciado há cerca de seis meses.
 
 
BOMBA ATÔMICA 3
 
A Barragem de Itabiruçu teve construção iniciada em 1981. Sempre autorizada pelo Codema (órgão municipal) e pela Feam e Copam (estaduais), não parou de crescer. Em 2008, o Governo de Minas Gerais, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/MG) e especificamente pela SPA Engenharia, empresa que venceu a licitação da obra, iniciou a abertura e pavimentação da terceira pista das MGs 129 e 434, que ligam Itabira ao Trevo da BR 381. Em 2010,  houve uma paralisação que deveria ter chamado a atenção das autoridades itabiranas.
 
 
A paralisação e emperramento da obra foi exatamente no Trevo de Itabiruçu. E está lá, até os dias de hoje, enterradas as argamassas de uma trincheira que seria construída ali. A trincheira virou três montes de terra obstruindo a sua entrada. Segundo informações obtidas por este repórter, houve embargo feito pela Justiça à obra do Estado. Tudo o que ficou apurado foi o seguinte: naquela locao não poderia existir ou a Barragem de Itabiruçu desembocando em cima da rodovia ou a rodovia  à mercê da dita barragem. As perguntas não tiveram respostas mas houve um forte rumor que zoou em ouvidos de comentaristas de botecos: a Vale tinha acesso oficialmente do projeto do DER-MG de há muito tempo e não poderia construir ali a sua barragem.
 
 
É claro e notório que o Estado, ligado à Feam e Copam pelo organograma funcional do governo, saberia de antemão o que faria naquele local. Contudo, Itabiruçu estava vindo de uma condição de parque ecológico, não se mostrava ainda como local de barragem. Em mutação, característica forte impostas por mineradoras, pode-se  até verem flor tornar-se bomba atômica.
 
 
E está aí uma terceira bomba que é uma interrogação inquietante: a Vale não teria alterado o local de desemboque da barragem? Se alterou, com certeza, não teve a aprovação de órgãos ambientais. Então, tudo se complica mais ainda nesta liberdade de passar no lugar que bem quer. É a empresa dominadora que faz e refaz?
 
 
BOMBA ATÔMICA 4
 
Agora estourou para valer a causa mais que convincente de que a Barragem de Itabiruçu, principalmente por ser volumosa, uma das maiores de Minas Gerais na área de rejeito de minério de ferro e água, a quarta bomba atômica que circunda Itabira, que tem mais outras, 27 no total.
 
 
O engenheiro civil Ulf Hermann Mondl, lembrado nas redes sociais por Luiz Roberto Bendia, via Marcos Tobias e Márcio Magno Passos, é o grande e forte orientador para Itabira neste momento. Hermann, antes de tudo, mostra a sua idade (72 anos), seus documentos, seus endereços fixos e virtuais, parte de seu currículo (dedicado há cerca de 50 anos de trabalho profissional), depois, o faz o seu alerta. E se coloca à disposição para esclarecer muito mais a questão.
 
 
Segundo ele, “à  luz das teorias da mecânica dos solos tal  fenômeno de liquefação súbita não é observado e nem explicado”, narra. “Como pelo noticiário soube que o material de rejeito é rico em sílica, ou seja, areia, me veio a hipótese da ocorrência da tixotropia das areias, que explica muito bem a observada súbita liquefação dos materiais retidos pelas barragens de rejeitos, que não são calculadas para resistir a tal efeito”, explica.
 
 
Acrescenta: “Infelizmente constatei que os critérios de segurança usados nas certificações, são os tradicionais da mecânica dos solos, empregados para barragens de terra para fins hidrelétricos e abastecimento de águas, onde, obviamente, não existe a consideração de tais hipóteses de liquefação súbita, pois os critérios de barragens de rejeitos são diferentes das de barragens de águas. Pesquisando a tixotropia, na natureza ela ocorre no chamado efeito das areias movediças. Existe em perfurações profundas o uso de lâminas tixotrópicas, que se liquefazem durante a movimentação das brocas, e solidificam nas paradas, tapando o furo para saída de líquidos abaixo em alta pressão”.
 
Diante dos seus estudos, ele vê  “um grande erro técnico coletivo” no trabalho de investigação até então feito. Então, diz mais: “Como sei que a Vale é uma empresa séria, é claro que considerava a barragem de rejeitos desativada segura, pois a sua diretoria, por mais que empenhada que fosse na busca de lucros, jamais consideraria ameaçar seus mais de 300 colaboradores, onde havia em muitos a inteligência  empresarial de mineração agora perdida”. 
 
 
Encerra o seu franco, gratuito e colaborativo depoimento:  “Caso haja interesse dos senhores, poderei por esse meio enviar meus comentários ao Estadão, sobre o que penso sobre as matérias jornalísticas publicadas sobre o acidente de Brumadinho”.
 
 
ANÁLISE
 
Alguns dos autores  mencionados pesquisaram no campo a opinião de itabiranos a respeito de seus conterrâneos. Ou de forasteiros que aqui chegaram com o intuito de organizar financeira e economicamente as suas vidas. Eles atribuíram ao filho da cidade os seguintes defeitos: inertes, indiferentes, preguiçosos, acomodados, descrentes. Hoje, uma itabirana, que ainda não autorizou a publicar seu nome, deixou um recado assim, “No passado eles (os itabiranos) tinham medo de perder o emprego. No presente não têm medo de perder a vida”.
 
 
Cada uma das bombas destruidoras  apontadas têm o seu peso. Se acrescentadas umas às outras, a quem quer que seja não pode e não deve haver nenhuma dúvida de que a cidade caminha para tal situação de horror, qual seja se continuar vivendo com insegurança e temendo o dia de amanhã. 
 
 
Não tem fundamento os alertas com sirenes. Essas apitariam quando começar o desmoronamento. Em Brumadinho, em 15 segundos, se elas tivessem soltado o alerta, nem um mosquito pousado no prato de quem almoçava no restaurante teria tempo para fugir daquele terror. É brincadeira mesmo acreditar nas sirenes. E até mesmo em treinamentos para enfrentar uma possível tragédia. Chega de abusar da criatura humana que vive carregando mil e outras preocupações.
 
 
CONCLUSÃO
 
O texto é longo, o presente trabalho não tem o objetivo do sensacionalismo, nem se pode ter a esta altura a preocupação de resumir para que seja acompanhado por todos. Por isto, é feita a seguinte conclusão, dirigida aos que detestam o exercício da leitura (ou não têm o famoso tempo para ela). Eis então: 
 
 
1. A BOMBA ATÔMICA 1 reporta a uma testemunha viva, que mora em São Paulo, localizável: o engenheiro civil Antônio Lambertini que, em 2012, trabalhou na construção da Barragem de Itabiruçu, em Itabira, e se negou a assinar o laudo de segurança da barragem.
 
 
2. A BOMBA ATÔMICA 2 refere-se à  liquefação, apontada como uma das causas para o rompimento da barragem de Mariana. Trata-se de um trabalho do funcionário da Vale há 22 anos, Washington Pirete da Silva, que aponta a liquefação como causa básica dos acidentes, de rompimento de barragens, em seu trabalho de mestrado em engenharia geotécnica pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).
 
 
3. BOMBA ATÔMICA 3 é um provável erro técnico que teria ocorrido, em 2010, quando a Justiça embargou a construção de uma trincheira, pela empresa SPA Engenharia, projeto do DER-MG, por causa da Barragem de Itabiruçu, que acabava de mostrar as suas garras no alto de um morro, à esquerda de quem segue para Itabira. Uma pergunta: uma empresa privada sobrepõe em decisões técnicas e geográficas a um  órgão do Estado, que tem ainda a seu favor a Feam e o Copam? Para ilustrar,  a prova é a existência de ruínas de argamassa no local até os dias atuais, “enfeiando” aquele local e mostrando a vergonha brasileira, como sempre exposta.
 
 
4. A BOMBA ATÔMICA 4 é o texto escrito pelo engenheiro Ulf Hermann Mondl: “Aventando o efeito da tixotropia, que explica facilmente o ocorrido (em Brumadinho), um exótico engenheiro sulista não é sequer ouvido”, dá uma lição de humildade, mas acrescenta: “Peço que os  técnicos nas suas análises passem a considerar o fenômeno da tixotropia, pois tenho o pressentimento que ocorre faz muito tempo, um grande erro técnico coletivo”. Daí se conclui que tanto faz a barragem jusante ou a montante. Quem acredita na diferença? Observação: sobre liquefação as opiniões esclarecidas no item 2 empatam com esta e chegam à tixotropia.
 
 
5. AS OUTRAS BOMBAS ATÔMICAS são mais 26  barragens que, somadas a  Itabiruçu, mostram o total de 27 registradas no Plano Nacional de Segurança das Barragens (PNSB). Algumas dessas, evidentemente umas pequenas, são de tamanho até maiores que a de Brumadinho, como Rio de Peixe, Conceição, Pontal e Santana (esta última preocupação constante da comunidade da vizinha Santa Maria de Itabira e é apenas de água, mas trincam de vez em quando.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
FERREIRA, Ana Gabriela Chaves. Mineração em serra tanto bate até que seca - A presença da Vale em Itabira para além do desenvolvimento dos conflitos ambientais. Belo Horizonte: TCC, 2015, 134 p.
LIMA, José Carlos Fernandes de. A sociedade civil de Itabira na década de 90 e a democratização do poder local: avanços e dificuldades. Belo Horizonte: Dissertação de Mestrado, 2002, 124 p.
MINAYO, Maria Cecília  de Souza. Os homens de ferro: estudo sobre trabalhadores da Vale do Rio Doce em Itabira. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1986, 244 p.
MINAYO, Maria Cecília  de Souza.  De ferro e flexíveis. Rio de Janeiro: Garamond,  2004, 460 p.
SILVA, Maria das Graças Souza  e.  A Terceira Itabira. São Paulo: Editora Hucitec, 2004, 256 p.
SOUZA, Maria do Rosário Guimarães de. Da Paciência à resistência: conflitos entre atores sociais, espaço urbano e espaço de mineração. São Paulo: Aderaldo & Rothschild Editores, 2007, 176 p.
NUNES, Francisca Antônia. Questões Pertinentes a Mineração e seus Reflexos no Município de Itabira. Itabira: Monografia para obtenção de Especialista, 2002, 68 p.
BASTOS, Elaine Viza. Itabira e a Companhia Vale do Rio Doce: interações e identidade no tempo da modernidade. Belo Horiaonte: Dissertção Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC/MG, 2008, 120 p.
OLIVEIRA, Cecília Maria Viana Camilo de. Itabira: Desenvolvimento e Dependência. Itabira: Gráfica Dom Bosco, 1992, 72 p.
OLIVEIRA, Cecília Maria Viana Camilo de. O Espaço Urbano Itabirano: práticas sócio-culturais e identidade no contexto da implantação da Companhia Vale do Rio Doce. Belo Horizonte: Artigo de Pós-Graduação em Ciências Sociais, 2008, 146 p.
RODRIGUES, Roberto Geraldo. Uma viagem pela poética de Carlos Drummond de Andrade,  (re) tratando a marcante presença de Itabira em sua obra. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Mestrado em Letras, 2011, 104 p.
BOTELHO, Jorge Florentino. A formação do trabalhador do campo em Minas Gerais: o Instituto Agronômico de Itabira (1880-1898). Belo Horizonte: Dissertação de Mestrado, 2009, 118 p.
 
Revista DeFato, Edições publicadas de 2008 a 2010. Itabira, MG.
 
Fotos: 
 
1 — Barragem de Itabiruçu (corrimento de água).
 
2 — Barragem de Itabiruçu (portaria).
 
3 — Barragem de Itabiruçu (vista de cima).
 
4  — Barragem de Itabiruçu (idem).
 
5 — MG 434 (impedimento de trincheira).
 
6 — MG 434 (idem)
 
José Sana

 

 

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