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Boa tarde - Itabira, domingo, 15 de setembro de 2019   NOTÍCIA SECA CONTATO

DOCUMENTÁRIO  
Capítulo 13º: TRÊS FRENTES CONTRA ITABIRA
Invasão, Dominação e Segregação 11/11/2018

 
Fatores que podem ser considerados ou simbolizados em palavras-chave qualquer estudioso da história itabirana reconhece por onde passa: INVASÃO, DOMINAÇÃO e SEGREGAÇÃO. Foi assim com Itabira: primeiro invadida e, em seguida, dominada e segregada.
São três substantivos femininos que, por vezes, confundem-se dentro do histórico de relacionamento de Itabira com a velha Companhia Vale do Rio Doce.
É o que vamos mostrar neste capítulo, em palavras exclusivas dos analistas, antropólogos, estudiosos e historiadores — autores que deixaram seus trabalhos para produzir esclarecimentos em quaisquer épocas.
 
INVASÃO
 
“Em qualquer cidade do interior, a primeira coisa que um viajante vê quando chega é a torre da igreja. Aqui é a mina.” (SOUZA, 2007, p. 68).
 
“Assim sendo, verifica-se que na década de 1940, antes da chegada da CVRD, o Município de Itabira estava inserido numa dinâmica social e econômica fechada em si mesma, basicamente rural e sem vislumbrar alternativas de mudança imediata” (SILVA  M., 2002, p. 27).
   
“Com a implantação da CVRD, a agricultura da região perdeu importância e entrou em declínio” (OLIVEIRA, 1992, p. 22).
 
“Em 1940, com uma população urbana aproximada de 6.254 habitantes e a rural de 11.492”, Itabira se prepara para receber a CVRD. (OLIVEIRA, 1992, p.43).
 
“Mas há de se convir que talvez mais da metade da população da cidade ansiava pela instalação da Companhia Vale do Rio Doce. O grande e saudoso advogado Sérgio Gonçalves Rosa contou a este repórter que ouviu de seus pais que eram feitas novenas nas casas com pedidos a Deus para que resolvesse esse problema de criação de empregos para os filhos que cresciam na cidade”. (DeFato, edição 176, outubro de 2007, página 15).
 
“Um grande contingente de operários da CVRD, atraídos pelos salários e benefícios sociais, procedia em sua maioria da zona rural, ocasionando o abandono e o despovoamento do campo. A cidade não tinha estrutura habitacional capaz de acolher a multidão imigrante e a ocupação desordenada do espaço urbano fez surgir alojamentos e acampamentos sem instalações sanitárias, sem água e sem esgoto. Esses amontoados de pessoas só faziam proliferar a desnutrição e doenças provenientes das condições de vida miseráveis como a tuberculose e outras. Essa situação produzia uma população inapta para as atividades da moderna industrialização, gerando baixa produtividade dos mineiros.” (NUNES, 2002, p.31-32).
 
“E assim, como num passe de mágica, a população de Itabira viu-se despertada para novas atividades: homens do campo, sapateiros, açougueiros, comerciantes, alfaiates e professores transformaram-se em mecânicos, bombeiros e escriturários na Vale. “(BASTOS, 2008 p.76, entrevista com escritora, 80 anos).
 
‘A exploração das minas de Itabira será feita pelo Brasil e para o Brasil. Tornamos efetivo o aproveitamento de uma grande riqueza natural que intimamente se relaciona com a vida da nacionalidade ( BASTOS, 2008, p.79).
 
“No momento em que se instala em Itabira uma empresa estatal do porte da CVRD, os interesses exógenos ao município sobrepõem-se aos locais. As estruturas política, socioeconômica e urbana adaptam-se e se transformam em virtude das exigências e necessidades geradas pelo funcionamento da empresa.” (SOUZA, 2007, p.71).
 
“Na cidade monoindustrial, o domínio de uma grande empresa é exercido de maneira tal que tudo gira em torno dela, havendo uma relação desigual entre o tamanho da empresa e o da cidade onde ela está instalada” (SILVA,2004, p. 53).
 
“Itabira era colônia da Vale” (representante da Acita). “A Vale cooptou as lideranças itabiranas. A Vale quis deixar Itabira afastada do mundo” (jornalista). “A pior coisa que a Vale fez por Itabira foi calar suas lideranças” (deputado). “A Vale moldou Itabira como quis. Primeiro o seu minério de ferro era o melhor do mundo, que ela salvava a economia do país e outras ideologias (....) slogans. O povo chupando dedo, esqueceu o que estava se passando em sua própria casa, a cidade” ( SILVA, 2004, p. 120).
 
“Para Piquet (1998, p.13), em Itabira , diferentemente de outras cidades, o espaço urbano não foi edificado em torno das instalações industriais. Foi a indústria extrativa que se instalou junto à cidade que se expandiu em decorrência da atividade da empresa mineradora”. (OLIVEIRA,2008, p.39).
 
Na década de 1960, o número de habitantes dobrou — de 7.572 em 1950 para 15.539 em 1960. A Vale criou os bairros funcionais: dos operários próximo à mina do Cauê, a Vila Sagrado Coração de Jesus e a Vila Conceição próximo à mina de Conceição. Para o alto escalão, foi criada a Vila Técnica da Conceição e a Vila Técnica Areão. A Vale criou também uma escola primária e outra técnica, e o Hospital Carlos Chagas no Bairro Campestre. Na década de 1960 surgiram os bairros dos excluídos da mineração: Vila Santa Rosa, Vila Santa Isabel, Vila Luísa Martins (atual João XXIII), Machado e Praia” (FERREIRA, 2015, p.73).
 
“Itabira possuía algumas indústrias. Veio a Vale, o sonho do itabirano passou a ser o de ser empregado da Vale. O pequeno empresário, que tinha um empreendimento na cidade morreu. Ele tinha o sonho de ser Vale”. (SILVA  M., 2004, p.176).
 
“Chegava gente de fora que nem de que lado social era. Veio o baixo só o nível baixo que não sabia se comportar nos eventos e nem sabia falar corretamente. Gente de classe não vinha, ninguém queria a Vale. Vinham, ficavam de pé e iam embora (...) Padre Zé Lopão bravo e exigente não aceitava festas. Criticava mesmo o pessoal da Vale, que era pra frente. Vinham de BH, do Rio de Janeiro e de outros locais com aqueles costumes e ele não gostava”. (OLIVEIRA, 2008, p.120, depoimento verbal de cidadão).
 
DOMINAÇÃO
 
“Se as relações entre trabalhadores e empresa vão se forjar particularmente no âmbito do processo de trabalho, no caso da CVRD, como empresa estatal, a manipulação ideológica terá um papel inegável” (MINAYO, 1986, p.77).
 
“Ela começa dentro da casa da gente”, descreve um dos informantes. “Eu posso até ficar revoltado, mas como eu posso fazer um movimento contra a Vale se meu filho, meu sobrinho, meu irmão, algum parente meu depende dela pra sobreviver? A gente tem sempre medo do que possa acontecer” (MINAYO, 1986, p.121, entrevista com operário)..
 
“As narrativas sobre Itabira são ‘unívonas’ ao marcar a dominação econômica, social e cognitiva realizada pela hegemonia da Vale na cidade há 73 anos” (FERREIRA, 2015, p.83).
 
“Como se pode depreender  de diversos depoimentos dos trabalhadores, Itabira, na visão deles, ‘é coisa de itabiranos’ dos quais eles se excluem”. “Os itabiranos são preguiçosos, sem iniciativa”. “Isso aqui vai voltar ao que era porque os itabiranos não se interessam, não têm garra”. (MINAYO, 1986, p.125).
 
“Resumindo, pode-se dizer que a dominação da CVRD sobre Itabira parte de uma hegemonia econômica e se projeta na totalidade da vida social. Vale lembrar aquela constatação de Weber de que cidades com o domínio de uma só ocupação industrial, melhor se poderiam chamar ‘aldeias industriais’”(MINAYO, 1986, p.126).
 
“No entanto, a dominação aqui se exerce através da cumplicidade na relação dominador-dominado, onde o capital econômico se converte em capital simbólico, sob o véu de obrigações morais e de direito” (MINAYO, 1986, p.126).
 
“No caso de Itabira, essa transmutação do capital econômico em capital simbólico fica evidente como representação ilusória da realidade, pois a consciência da dívida real inverte a compreensão da relação. Na verdade, o que a empresa dá à cidade é apenas uma migalha do que a cidade dá à empresa em termos de expropriação de seus recursos naturais não-renováveis e da produção dos trabalhadores” (MINAYO, 1986, p.127).
 
“Quando, em junho de 1942, aquela ‘fila de caminhões invade a cidade’, anunciando a ‘chegada do progresso’, outro fato curioso acontece simultaneamente. No dia 13 de junho do mesmo ano, por decreto-lei estadual, a cidade passa a se chamar  Presidente Vargas. Há uma coincidência do decreto autoritário com a da implantação da CVRD, ato que será revogado em 1947, também por decreto-lei estadual, quando se instala o período Dutra, e a cidade reassume seu antigo nome” (MINAYO, 1986, p. 115 Apud IBGE, Enciclopédia dos Municípios, 1986).
 
“Ao lado da hegemonia da CVRD, vê-se que as lideranças itabiranas e a classe empresarial, imobilizadas pela ação da ‘Mãe Vale’, não tiveram preocupação de preocupar diversificar as atividades produtivas, o que gera dependência quase total em relação à monoindústria extrativa mineral, comprometendo o desenvolvimento econômico futuro do município quando da exaustão das jazidas minerais.” (SILVA, 2004, p. 76).
 
“Em 5 de março de 1947, o município de Presidente Vargas, por decreto-lei estadual nº 2.430, voltou a se chamar Itabira. Este ato político e ditatorial que ficou registrado na história expressou não só a dominação política que o governo federal iria estabelecer na cidade após a implantação da Vale”. (OLIVEIRA, 2008, p.103).
 
“A Vale é como uma flor carnívora. Está devorando o povo de Itabira sem o povo perceber. O povo acha a Vale muito boa, é uma instituição muito segura. Mas vai aos poucos devorando Itabira. Quase nada resta de Itabira. (GONZALEZ CRUZ, 1980 p.74, Relato de Julieta Drummond, sobrinha de Carlos Drummond de Andrade).
 
 “A Vale, com todo o seu poder econômico, com todos os seus recursos, fazia campanha contra nós que não tínhamos nada. A eleição de Dr. José de Grisolia foi sustentada pela Companhia, ele filiou-se à Vale e candidatou-se. Nós lançamos candidato sem recursos. A Vale tinha transporte, dinheiro, jagunço, jagunçada tremenda. O Luís Camilo, chefe da UDN, era um itabirano de valor e eles mandaram prendê-lo. A Companhia tinha currais e prendia simplesmente por ser seu adversário”. (OLIVEIRA, 2008, p. 107 Apud ALVARENGA, 2005, p.24).
 
“A Vale significava empregos, desenvolvimento econômico e social. A principalmente para as classes baixas, porém também representava a dominação e o fim da autonomia política dos representantes locais. O domínio político da empresa federal sobre o município só começou a se reverter em 1958, quando Daniel de Grisolia, apoiado pela UDN, derrotou Luís Brandão, candidato apoiado pela Vale, que dominava a política municipal” (OLIVEIRA, 2008, p.108).
 
.”O espaço urbano passou a ser organizado e modificado segundo os interesses da indústria extrativa mineral”. (OLIVEIRA, 1992, p.44).
 
“A Vale moldou Itabira como quis. Primeiro o seu minério era o melhor do mundo, que ela salvava a economia do país e outras ideologias (...) slogans. O povo ficou chupando dedo, esqueceu o que estava se passando em sua própria casa, a cidade”. ((SILVA  M., 2004, p.120).
 
“A pior coisa que a Vale fez por Itabira foi calar suas lideranças”.(deputado) ((SILVA  M., 2004, p.120).
 
“A Vale provocou a cidade quando um de seus dirigentes disse que o itabirano é que nunca soube reivindicar corretamente da Vale. Acho que deveria ter havido uma reação da cidade nesse momento. Ela, durante esses anos todos, cooptou os políticos, depois veio o processo de privatização e ela começou a acusar a cidade de não saber reivindicar (SILVA M., 2004, p.121-122, depoimento de jornalista).
 
“Resumindo, pode-se dizer que a dominação da CVRD sobre Itabira parte de uma hegemonia econômica e se projeta na totalidade da vida social. Vale relembrar aquela constatação de Weber de que cidades com o domínio de uma só ocupação industrial, melhor se poderiam chamar ‘aldeias industriais’” (MINAYO, 1986, p. 126 Apud Weber, 1967, p. 74).
 
“No entanto, a dominação aqui se exerce através das cumplicidade na relação dominador-dominado, onde o capital econômico se converte em capital simbólico, sob o véu de obrigações morais e de direito. Sem querer forçar os termos usados por Bourdieu para analisar as formas de dominação própria das sociedades pré-capitalistas, dir-se-ia que aqui se estabelece uma relação simbólica de ‘dívida’ social da cidade para com a empresa, seja através do retorno dos impostos (IUM), seja através dos salários pagos, seja pelas subvenções às instituições culturais, sociais e de classe. A ‘dívida que submete o ‘dom’ que obriga ao agradecimento, têm o poder de fundar, manter e reproduzir a dependência”. (MINAYO, 1986, p.126).
 
“Na verdade, o que a empresa dá à cidade é apenas uma migalha do que a cidade dá à empresa em termos de expropriação de seus recursos naturais não-renováveis e da produção dos trabalhadores”.(MINAYO, 1986, p. 127).
 
“A Vale do Rio Doce era muito política. Tanto que, quando havia eleição, os cabos eleitorais da Companhia traziam os eleitores dentro dos ônibus e despejavam eles já na boca da urna. Então, para nós que éramos da oposição era uma desvantagem muito grande”. (Ex-vereador, 86 anos/BASTOS, 2008, p. 70).
 
“Constata-se que alguns atores sociais de Itabira, após anos de silêncio, subordinação e passividade, hoje já despertam, mostram-se preocupados com os destinos da cidade e reagem quando se veem enganados pela CVRD.” (SOUZA, 2007, p.67).
 
“Diferentemente de outras cidades que nascem em torno da indústria e depois crescem ultrapassando seu contorno, em Itabira a indústria ‘invade a cidade” e tenta cerceá-la na sua geografia e nas malhas de seu poder. A dominação é muito sutil. Resumindo, pode-se dizer que a dominação da CVRD sobre Itabira parte de uma hegemonia econômica e se projeta na totalidade da vida social.” (SOARES, 2002, p.109110).
 
SEGREGAÇÃO 
 
“A estratificação social se mostrava marcante. Os dirigentes, engenheiros e chefes, os doutores da CVRD relacionavam-se de maneira distante e se colocavam como superiores aos demais empregados da Mineradora.” (OLIVEIRA, 2008, p.86 Apud SILVA, 2004, p. 65).
 
“Na paisagem local (Itabira), os traços das mudanças são perceptíveis. O imbricamento da mina com a cidade recortada pelas jazidas manifesta-se através dos possantes equipamentos industriais, à vista de qualquer observador. As partículas de poeira ferruginosa suspensas no ar, grudadas às árvores e às paredes das casas; as detonações cotidianas que progressivamente derrubam as montanhas de minério; paredes de moradias rachadas em função de ‘dinamitagem1; deslocamento de bairros inteiros para dar lugar ao avanço da exploração mineral e os uniformes beges dos funcionários da CVRD evidenciam uma Itabira marcada pelas ações da empresa.” (LIMA, 2002, p.16).
 
“Os comerciantes fazem distinção entre os empregados da CVRD e os demais habitantes, pois os salários pagos pela mineradora ao final do mês representam vendas garantidas. Os efeitos disso são mercado inflacionado e acomodação dos comerciantes que têm fregueses cativos com alto poder de consumo. Além disso, os armazéns mantidos pela empresa vendem artigos de primeira necessidade, subsidiados,  e isso enfraquece o comércio local.” (SILVA, 2004, p.65).
 
“Um dos processos desenvolvidos em Itabira após a instalação da CVRD é o de segregação espacial. Entretanto, nos últimos anos, esse processo sofreu mudanças que acompanharam as transformações econômicas ocorridas na cidade.” (SILVA, 2004, p.208).
]
“Pelo Decreto Expropriatório 29/06/1975, a Vale desapropriou os moradores dos bairros Vila Sagrado Coração de Jesus (Explosivo) sem que os moradores pudessem oferecer resistência, pois residiam em moradias cedidas pela mineradora. Todas as casas e a escola primária foram destruídas para dar lugar à implantação da Usina do Cauê. Na década de 1980, foram extintas a Vila Cento e Cinco, o Aglomerado da Camarinha e a Vila Paciência de Cima, sendo destruídas casas, os armazéns, as escolas, as igrejas  e as praças para dar lugar à expansão da Mina Chacrinha e Mina do Meio. Na década de 1990, foi extinta a última  Vila Operária Conceição de Cima, assim como nas outras desapropriações tudo fora destruído para atender o projeto de expansão da mina, desta vez da Conceição.” (FERREIRA, 2015, p. 74-75 Apud SOUZA, 2003, p. 47 e 51).
 
“A cidade é produzida em função de interesses políticos e econômicos e não em função de necessidades reais da população.” (SOUZA, 2007, p. 46).
 
“No município passou a existir uma clara distinção entre a população que trabalhava na Vale e os que não exerciam cargos na empresa”. (OLIVEIRA, 1992, p.46).
 
ANÁLISE
 
Este capítulo apenas transcreve opiniões de especialistas sobre três das várias torturas q que Itabira foi submetida pela velha Companhia Vale do Rio Doce. Notadamente, há ainda outros fatores a serem observados. Os depoimentos que constam deste capítulo são apenas uns. 
 
É oportuno esclarecer que há defesas que a empresa faria neste caso, mas que não são, pelo menos até agora de nosso conhecimento.
 
Indubitavelmente, a mineradora não deixará de curvar-se aos estudos e pesquisas de autores que fizeram os seus trabalhos. São livros, dissertações de mestrado, doutorado e trabalhos de conclusão de cursos, todos aprovados depois de levados a uma banca examinadora.
 
CONCLUSÃO
 
Cabe concluir sem opinião. Apenas afirmar que gostaria de que fossem todos estes capítulos  entre aspas. Acredito que entender as opiniões de terceiros, abalizadas e profissionais merece mais credibilidade.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
FERREIRA, Ana Gabriela Chaves. Mineração em serra tanto bate até que seca - A presença da Vale em Itabira para além do desenvolvimento dos conflitos ambientais. Belo Horizonte: TCC, 2015, 134 p.
 
LIMA, José Carlos Fernandes de. A sociedade civil de Itabira na década de 90 e a democratização do poder local: avanços e dificuldades. Belo Horizonte: Dissertação de Mestrado, 2002, 124 p.
 
MINAYO, Maria Cecília  de Souza. Os homens de ferro: estudo sobre trabalhadores da Vale do Rio Doce em Itabira. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1986, 244 p.
 
MINAYO, Maria Cecília  de Souza.  De ferro e flexíveis: marcas do Estado empresário e da privatização na subjetividade operária. Rio de Janeiro: Garamond,  2004, 460 p.
 
SILVA, Maria das Graças Souza  e.  A Terceira Itabira: os espaços político, econômico, socioespacial e a questão ambiental. São Paulo: Editora Hucitec, 2004, 256 p.
 
SOUZA, Maria do Rosário Guimarães Da Paciência à resistência: conflitos entre atores sociais, espaço urbano e espaço de mineração. São Paulo: Aderaldo & Rothschild Editores, 2007, 176 p.
 
NUNES, Francisca Antônia. Questões Pertinentes a Minera~~ao e seus Reflexos no Município de Itabira. Itabira: Monografia para obtenção de Especialista, 2002, 68 p.
 
BASTOS, Elaine Viza. Itabira e a Companhia Vale do Rio Doce: interações e identidade no tempo da modernidade. Belo Horiaonte: Dissertção Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC/MG, 2008, 120 p.
 
MINAYO, Maria Cecília  de Souza. De ferro e flexíveis: Marcas do Estado empresário e da privatização na subjetividade operária. Rio de Janeiro: Geramond 2004, 460 p.
 
REVISTA DEFATO, ano XV, edição 176, outubro /2007, p. 15.
 
SOARES, Joseany. Itabira: um perfil de sua história ambiental. Itabira: Monografia apresentada à Funcesi e à Fachi, para obtenção de título de Especialista em Análise Ambiental, 2002, 146 p.
 
FOTOS:
 
1. Antigo Bairro Sagrado Coração de Jesus (Explosivo) - Arquivo DeFato
2. Rua Tiradentes (Centro de Itabira - Arquivo DeFato
3. Transporte de minério de ferro - Arquivo CVRD
4. Caminhão Euclid - Arquivo Divulgação
5. Carregamento de minério de ferro - Arquivo CVRD
6. Museu de Itabira - Arauivo Divulgação
 
José Sana

 

 

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