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Boa tarde - Itabira, domingo, 15 de setembro de 2019   NOTÍCIA SECA CONTATO

DOCUMENTÁRIO  
CAPÍTULO 8º: VALE, COMEÇO DIFÍCIL
Como foi o início da mineradora em Itabira 26/08/2018

 

OS  PRIMEIROS  PASSOS

“Em 1942 foi instalada a Companhia Vale do Rio Doce em Itabira. Neste mesmo ano, o interventor Benedito Valadares, através de decreto-lei de 13 de junho de 1942, mudou o nome de Itabira para ‘Presidente Vargas’. Neste decreto o interventor de Minas dizia que o povo mineiro desejava prestar ao chefe da Nação uma homenagem e que o povo de Itabira desejava esta mudança de nome” (OLIVEIRA, 1992, p.34).

O primeiro desgosto dos itabiranos, engolido: nem todos eram favoráveis à empresa mineradora, e foi apurado, depois, que ninguém aprovava a mudança de nome da cidade. Um cidadão daqueles tempos chegou a dizer a este autor que a culpa foi da ditadura. E era possível que sim.

Cecília Maria conta: “Foram dirigidos telegramas de várias localidades de Minas Gerais e do Governo do Espírito Santo ao interventor Benedito Valadares. Nestes ele era congratulado pela homenagem que prestava ao chefe da Nação. Os telegramas enviados a Benedito Valadares congratulando-o pela nova denominação do município não expressavam os reais sentimentos da população itabirana e se o fossem verdadeiros representavam a posição de uma pequena parcela da população. Naquele período era impossível fazer qualquer protesto, a imprensa só podia publicar o que era divulgado pelo Departamento de Imprensa e Propaganda — DIP. O governo municipal era frágil para contestar o poder do Estado” (OLIVEIRA, 1992, p.34).

“A criação da CVRD ‘aparecia como uma benemerência, um dom, uma ‘munificiência’ do Sr. Getúlio Vargas ao Brasil e muito especialmente a Itabira, que havia longo tempo esperava fosse resolvido o problema de suas jazidas inaproveitadas. Cumpria, pois, agradecer a mercê, e para tando o Sr. Benedito Valadares não achou nada melhor do que expedir um decreto... Uma cidade fora riscada do mapa, e não em consequência de bombas aéreas, mas por via de um miúdo e insensato decreto estadual que  resucava ... o direito de conservar uma tradição que lhe era cara e se confundia com a sua própria fisionomia física’” ( OLIVEIRA, 1992, p.34-35).

A ex-Itabira teve que esperar o fim da ditadura Vargas para conseguir, vivendo o regime democrático, receber um presente do novo presidente, Eurico Gaspar Dutra:  “Pelo Decreto nº 2430, de 05-03-1947, o município de Presidente Vargas voltou a denominar-se Itabira”. (Disponível em 24/08/2018 em:

 https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/itabira.pdf).

Mas não era apenas a mudança de nome, agressiva e violenta, que incomodava o itabirano. Ele se viu de pés e mãos amarradas. Como define Cecília Maria: “Com a implantação de uma empresa estatal no município as aspirações comunitárias foram relegadas a segundo plano e as forças políticas locais ficaram subordinadas aos interesses do Governo Federal”. (OLIVEIRA, 1992, p.35). 

Para endossar a sua publicação, Drummond foi citado por Ana Gabriela em “Mineração em serra tanto bate até que seca”: “De 1705 a 1942 temos os interesses econômicos e políticos imperiais circunscrevendo, inventariando, planejando, determinando e executando projetos para Itabira.” (FERREIRA, 2015, p.65).

Encerrando este fato que permitiria aos executivos da empresa, hoje, entenderem que a CVRD não só nasceu, nem somente se sustentou, mas também dependeu dos  itabiranos, é viável entender as situações a seguir mostradas:

Época difícil que não correspondia às expectativas, também lembrado por Maria das Graças Souza e Silva em “A Terceira Itabira”: “Nesse período inicial, o papel de alguns itabiranos como avalistas da mineradora possibilita a sua continuidade, pois a CVRD não tinha crédito no comércio local. Esse fato é lembrado pelos mais antigos com orgulho.” (SILVA, 2004, p. 56-57).

E ainda mais afirmativas que mostravam as dificuldades da CVRD: “No princípio foi duro. A Vale não tinha dinheiro. O minério descia no burro até Desembargador Drumond, depois embarcava para Vitória, para fazer as armas contra Hitler. Depois é que a Vale aprumou e deu vida a Itabira”. (OLIVEIRA, 1992, p.51).

Fernando José Gonçalves, secretário de dez superintendentes do Departamento das Minas em Itabira (setor equivalente hoje ao cargo de gerente-geral das Minas), em sua autobiografia, também fez alusão ao momento complicado do Brasil e de Itabira: “A guerra havia terminado em 1945 e as exportações de minério alcançaram apenas 46.000 t anuais. A falta de dinheiro era grande assim como a de crédito.  Em Itabira, vários comerciantes vendiam para a Vale considerando o aval do funcionário que prometia pagar no vencimento. Em nome da Cia. Vale do Rio Doce e a prazo, nada se conseguia”. (GONÇALVES, 2002, p. 28). 

Pessoalmente, Fernando Gonçalves contou a este autor que, em algumas casas comerciais de Itabira pregaram em suas prateleiras um recado que se tornou frase de ordem: “Nesta Cia. não se fia!”

Cecília Maria Viana Camilo de Oliveira contou mais detalhes da crise enfrentada pela Vale do Rio Doce: “O Dr. Pedro Martins Guerra era o avalista da Vale no comércio local. O comércio fornecia para a Vale, com uma requisição e debitava. Os comerciantes ficavam uns 6 meses sem receber. De vez em quando, aparecia o pagador da ‘Companhia’, que acertava uma parte da dívida. Algumas vezes o comerciante só vendia se a Vale desse uma parcela do pagamento... mas se o pedido de compra viesse com o aval do Dr. Pedro o comércio fornecia”. Cecília  mesma complementa: “E a mão de obra existente, ansiosa por conseguir emprego, aceitava as duras condições de trabalho exigidas pala ‘Companhia’” (OLIVEIRA, 1992, p.52).

AS PRIMEIRAS DECEPÇÕES

Depois de perder a CSN para Volta Redonda, depois de se ver socorrida por itabiranos, como o Dr. Pedro Guerra que, praticamente, foi o responsável pela arrancada da CVRD, a vez agora foi do presidente Israel Pinheiro deixar de cumprir promessas, como revela Cecília Maria: “Em 1943, o presidente da CVRD, Israel Pinheiro, permutou com o prefeito todos os lotes do Pará em troca do abastecimento de água da cidade... Até hoje a ‘Companhia’ não pagou esta dívida à Prefeitura. Ficou com os lotes, construiu as casas e não cuidou do abastecimento de água em Itabira...” (OLIVEIRA, 1992, p.44).

A seguir veio o êxodo rural, que não parou de acontecer. É também Cecília quem apontou a falha, que nunca tentaram corrigir: “Com a vinda do povo da periferia rural para a cidade, atraídos pela possibilidade de empregos, a produção agropecuária caiu. Nós produzíamos 400 sacos de arroz numa safra, hoje não se produz nem para o consumo local.” (OLIVEIRA, 1992, p.53).

“Com a implantação da CVRD, a agricultura da região perdeu importância e entrou em declínio” (OLIVEIRA, 1992, p.22).  Mais ainda: “O crescente despovoamento da zona rural e a redução das áreas cultiváveis comprometeram o abastecimento de gêneros alimentícios e aumentaram a dependência do município para com outras regiões. O acelerado processo de urbanização agravou ainda mais esta situação: no período de 1950 a 1960, ocorreu um aumento da população urbana do município de 8.400 para 16.591 habitantes”. (OLIVEIRA, 1992,p.22).

Também Maria das Graças Souza e Silva entra no mesmo assunto na obra que produziu “A Terceira Itabira”. Nas décadas de 1950 e 1960, ocorre significativa expansão urbana, fruto da instalação dos bairros funcionais e do crescimento de outros bairros de formação espontânea”. (SILVA, 2004, p. 57).

Outros moradores, os que não eram e até tempos recentes funcionários da Vale, começaram a sentir negativamente a presença da grande mineradora. Os prejuízos se multiplicaram ao longo do tempo. Agora, vamos citar apenas os primeiros que abriram caminho para outros: “Os comerciantes fazem distinção entre os empregados da CVRD e os demais habitantes, pois os salários pagos pela mineradora, ao final do mês, representam vendas garantidas. Os feitos disso são o mercado inflacionado e acomodação dos comerciantes que têm fregueses cativos com alto poder de consumo” (SILVA, 2004, p. 65).

Ninguém em Itabira sabia deste grave problema que viria com o início da exploração mineral:  o assoreamento de rejeito de minério de ferro nos córregos... Mas tão logo começou a atividade em maior escala, a CVRD “inaugurou” esse pormenor, que chamou a atenção de observadores e das vítimas que passaram a pedir indenizações.  Alguns cidadãos correram à Justiça, mais tarde, em busca de ressarcimento por prejuízos. “O desenvolvimento propiciado pela presença da Vale criou problemas na cidade. O fino do minério invadiu as casas da  parte baixa da cidade, atrapalhando as vias de acesso para a Rua Santana” (OLIVEIRA, 1992, p.53).

O itabirano teve que se adequar ao novo meio que seria praticamente viver dentro da exploração que sempre cresceu. O comentário a seguir foi feito pelo jornalista Carlos Cruz: “Em qualquer cidade do interior, a primeira coisa que um viajante vê quando chega é a torre da igreja. Aqui é a mina” (CRUZ, 1985 apud SOUZA, 2007, p.68).

E tudo foi-se ajeitando: êxodo, poluição e interferência. Leiam José Carlos Fernandes de Lima em dissertação de mestrado à Fundação João Pinheiro: “A interferência da ‘Companhia’ — que começou na década de 40 e se acentuou na década de 50, com a mecanização — consolidou definitivamente a simbiose entre a cidade e a mina, de tal forma que os destinos de ambas se entrelaçam e se cruzam, não em termos de reciprocidade, mas de domínio quase absoluto da segunda sobre a primeira” (LIMA, 2002, p.17).

“A análise da história política local nos permite destacar que, muito embora haja momentos de expressão de contradições entre as sucessivas administrações municipais e a empresa, frequentemente ocorre que a luta política local tem o poder da CVRD por referência, polarizando, em momentos críticos, contra ou a favor dela. A influência desta sobre a administração local está bem retratada nas palavras de ANDRADE, S. (1984), ao afirmar que o ‘prefeito direito’ tende a se submeter ao ‘prefeito de fato’, que é o representante maior da empresa mineradora” (LIMA, 2002, p.17).

AS PRIMEIRAS REAÇÕES

Não se pode deixar de afirmar que o itabirano não foi um cordeirinho, que aceitava todas as imposições de bom grado. Ele reclamou, sim, e sempre, da mineração. Em uma colocação inicial, sem citar Tutu Caramujo, que era do ciclo do ouro, que valeria também para o tempo da mineração do ferro, Carlos Drummond de Andrade foi um emérito reclamador, escreveu muito, organizou poemas e não cedeu até os seus últimos dias. Mas podemos encontrar alguns sopros de reação de outros, a exemplo de um fato citado também pelo atenta historiadora Cecilia Maria Viana Camilo:

Em 16 de março de 1959, a Câmara Municipal, reunindo-se em sessão extraordinária, resolveu delegar poderes a uma Comissão de Itabiranos para que esses levassem as reivindicações do povo itabirano ao Governo Federal e à Diretoria da Companhia Vale do Rio Doce: ‘As promessas feitas pela direção da Cia Vale do Rio Doce ao povo de Itabira, as quais aprovadas em junho de 1957 pela diretoria e pelo Governo Federal, apesar de incessantemente reclamadas, não foram até esta data, sequer iniciadas... reforma geral e pavimentação das ruas; construção do Matadouro e Mercado Municipal; reforma da rede elétrica  e melhoramentos na Usina Geradora e rede de esgotos... enquanto o nosso município vai se esgotando, a Companhia reparte a ‘mancheias’ polpudas verbas para outros municípios, e nós, itabiranos, vamos vivendo de promessas’” 

Resultado da reunião sobre uma promessa já descartada nos famosos Acordos de Washington: “Foi, ainda, inserida na ata desta reunião que a ‘Companhia’, deveria fazer uma revisão nos seus estatutos e incluísse no mesmo uma cláusula que a obrigasse a criar, em Itabira, uma usina siderúrgica”. (OLIVEIRA, 1992, p.54).

Drummond, como não poderia deixar de ser mencionado, bordou um poema que era do seu tempo, mas que, para muitos teve gosto de uma profecia, depois que ocorreu o trágico acidente de Mariana, cujos culpados foram apontados como sendo Vale-Samarco:

“Lira Itabirana

I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga.

Ai, antes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais,

Quantos ais!

III

A dívida interna.

A dívida externa

A dívida eterna.

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro?

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?”

Longe, mas entrosado com Itabira, precisamente de Vitória (ES), em dissertação de mestrado em Ciências Humanas e Naturais, Roberto Geraldo Rodrigues pesquisou e escreveu sobre “Uma viagem pela poética de Carlos Drummond de Andrade, (re) tratando a marcante presença de Itabira em sua obra”. Registrou ele: “O Drummond tem o grito de revolta pela Itabira. Pela Itabira dele, do tempo dele. Aquela Itabira antiga, com aquelas casas antigas, com aquela paisagem, foi totalmente deformada. A Vale do Rio Doce se estabeleceu aqui e se apoderou da cidade. A cidade do Drummond. Então, o Drummond, aqui, é quase um forasteiro.” (RODRIGUES, 2011, p.28).

O QUE SERIA ITABIRA SEM A VALE?

Resposta segura: seria uma cidade normal, pobre, mas decente.  Veremos: “Itabira, na década dos trinta, era uma cidade amável e pacata. A sua topografia acidentada dava-lhe um aspecto de presépio. Ruas tortuosas, calçadas de ferro, grimpavam a serra, com os seus velhos sobradões coloniais, arrimando-se uns aos outros” (ALVIM, 1980, p.11).

No campo da educação e da cultura, veja o que deixou escrito Clóvis Alvim em “Escritos Bissextos”:  “Itabira sempre foi uma ‘cidade educativa’. O seu Grupo Escolar Coronel José Batista é um dos primeiros do Estado. Foi criado por Carvalho de Brito, conterrâneo ilustre, no Governo João Pinheiro. Polo educativo da região, Itabira atraía rapazes e moças das vizinhas cidades. Alguns vinham para o internato. Outros para alegria das ‘repúblicas’ ou casas de parentes. Em pouco tempo naturalizavam-se itabiranos. O ensino era de alta qualidade. Ficaram famosos na crônica local, como pioneiros da educação, vários nomes ilustres: Guarda-Mor Custódio, Mestre Emílio, Zeca Amâncio, Alfredo Sampaio, Trajano Procópio, Brás Martins da Costa e José de Grisolia, entre outros. Impressionante o número de pianos na cidade. Só na Rua Guarda-Mor Custódio, que tem pouco mais de dois quarteirões, havia mais de 10, e das melhores marcas europeias”. (ALVIM, 1980, p.11-12).

Corroborando, deparamo-nos com Maria do Rosário, “Da Paciência à Resistência”: “Até a década de 1940, Itabira era uma pequena cidade com uma população urbana de 6.254 habitantes, isolada no interior de Minas Gerais, apesar de possuir um espaço urbano e uma sociedade estruturada” (SOUZA, 2007, p.43).

Então, a mesma acrescenta: “A economia local anterior à CVRD, baseada em atividades primárias e algumas atividades secundárias incipientes, produziu um espaço urbano que atendia às necessidades dessas atividades e à da população residente. A população itabirana na época era formada por uma elite rica, composta de fazendeiros e pequenos empresários — detentores do poder, expressos na estrutura urbana e, também, de outra parte que se compunha de pessoas de um segmento social menos favorecido que prestavam serviço à elite ou exerciam atividades informais e viviam em condições socioeconômicas precárias. Não existia, nessa época, uma classe trabalhadora formalmente estabelecida e a estratificação espacial relacionava-se à estrutura socioeconômica vigente” (SOUZA, 2007, p.71).

ANÁLISE

Em seus primeiros passos em Itabira, a Companhia Vale do Rio Doce, que trazia esperanças para algumas pessoas, para outras deixava no ar a interrogação: seria melhor uma usina siderúrgica. Logo Itabira que tinha amargado, até então, o surgimento e o desaparecimento de dois desses ciclos. Ainda por cima, apareceram filhos de Itabira que ajudaram, avalizaram, emprestaram dinheiro, a exemplo de Pedro Guerra.

Idem as decepções, que são inúmeras, foram citadas algumas, apenas para abrir um leque para tpesquisadores. È verdade que existem dezenas ou centenas de exemplos que podem endossar e enriquecer este documentário.

E as reações, inúmeras também. Ocorreram, tímidas ou não, em cada tempo da septuagenária empresa, que se chamava Companhia Vale do Rio Doce estatal e simplificou para apenas Vale (como era conhecida pelos seus trabalhadores e peões) nove anos depois de tornar-se uma empresa privada.

CONCLUSÃO

Como demonstrado na análise, não há como mencionar todos os casos do relacionamento da empresa com Itabira e de Itabira com a empresa. No decorrer deste trabalho, que pode render talvez uma centena de capítulos, procuraremos trazer à tona pelo menos os mais importantes, aqueles que estabelecem um vínculo infinito da mineradora com o município e com os demais situados na região de influência. Como foi mencionado, eram (ou são ou seriam?) alvo de indenizações em investimentos para cobrir os estragos causados pela mineração.

Aqui, apresentamos um resumo bem sintético, mas prometemos sempre voltar ao assunto, procurando contribuir como uma espécie de lamparina para clarear as ideias dos que ficarão incumbidos de defender os interesses do município diante da poderosa empresa.

Por enquanto, não é de se crer que uma comissão, mesmo composta por cidadãos competentes, possa representar Itabira e mais uma centena de municípios para ao acertar as contas com a empresa que anuncia, mesmo ao descrédito de incrédulos, sua saída definitiva do Sistema Sul.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVIM, Clóvis. Escritos Bissextos. Belo Horizonte: Veja, 1980, 176 p.

CRUZ, Carlos. Chega de poeira! Jornal O Cometa Itabirano, ano VI, nº 85, 15 de novembro de 1985.

FERREIRA, Ana Gabriela Chaves. Mineração em serra tanto bate até que seca - A presença da Vale em Itabira para além do desenvolvimento dos conflitos ambientais. Belo Horizonte: TCC, 2015, 134 p.

GONÇALVES, Fernando José. A vida que Deus me deu (autobiografia). Belo Horizonte: RC, 2002, 136 p.

LIMA, José Carlos Fernandes de. A sociedade civil de Itabira na década de 90 e a democratização do poder local: avanços e dificuldades. Belo Horizonte: Dissertação de Mestrado, 2002, 124 p.

MINAYO, Maria Cecília  de Souza. Os homens de ferro: estudo sobre trabalhadores da Vale do Rio Doce em Itabira. Rio de Janeiro: Dois Pontos, 1986, 244 p.

MINAYO, Maria Cecília  de Souza.  De ferro e flexíveis. Rio de Janeiro: Garamond,  2004, 460 p.

PIMENTA, Dermeval, A Vale do Rio Doce e sua história. Belo Horizonte: Editora Vega, 1981, p. 111.

RODRIGUES, Roberto Geraldo. Uma viagem pela poética de Carlos Drummond de Andrade,  (re) tratando a marcante presença de Itabira em sua obra. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Mestrado em Letras, 2011, 104 p.

SILVA, Maria das Graças Souza  e.  A Terceira Itabira. São Paulo: Editora Hucitec, 2004, 256 p.

SOUZA, Maria do Rosário Guimarães de. Da Paciência à resistência: conflitos entre atores sociais, espaço urbano e espaço de mineração. São Paulo: Aderaldo & Rothschild Editores, 2007, 176 p.

VAZ, Alisson Mascarenhas. Israel, uma vida para a história. Rio de Janeiro: Gráfica Círculo, 1996, 418 p.).

http://www.vale.com/Documents/nossahistoria2.pdf  (Disponível em 26 de agosto de 2018).

https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/itabira.pdf).  (Disponível em 26 de agosto de 2018)

José Sana

Fotos: Arquivo

Legendas: 1. Comitiva de ingleses no Pico do Cauê

                  2 - Bairro Campestre na década de 1940

                  3 - Operários carregam minério em Itabira

                  4 - Máquina de ferro da EFVM

 


 

 

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