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Boa tarde - Itabira, domingo, 15 de setembro de 2019   NOTÍCIA SECA CONTATO

MEIO AMBIENTE  
ONU PREOCUPADA COM LIXO DESCARTÁVEL
Oito milhões de resíduos são despejados nos mares 28/12/2018

 
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um alerta urgente para que todos resistam ao uso de plástico descartável (copos, talheres, embalagens de comidas etc.) durante as festas de fim de ano. A organização explica que, se não fizermos isso, poderemos estar condenando o planeta a uma dor de cabeça duradoura e tóxica”.
 
Em todos os anos são lançadas nos oceanos 8 milhões de toneladas de plástico, segundo um estudo da revista “Science”. Esse montante equivale a um caminhão de lixo por minuto descartando a sua carga de plástico e lixo nos mares do planeta.
 
“Se quisermos que essa maré tóxica vire, garantindo a preservação dos oceanos e da vida marinha para as gerações futuras, não podemos baixar a guarda”, convoca a ONU. “Neste ano, vamos usar as festas para revigorar o nosso planeta e ‘dar um bolo’ no plástico desnecessário. Esse é um presente que vai durar por anos”, avisa, no alerta divulgado.
 
A ONU cita relatório da empresa de gestão de resíduos Biffa que aponta que, no período das festas de fim de ano, a Grã-Bretanha produz 30% mais lixo do que o usual, despejando mais de 100 milhões de sacolas de detritos em aterros.
 
“Precisamos parar de tratar o plástico como algo que se pode simplesmente jogar fora depois de usar e vê-lo como um material com um valor verdadeiro”, defende Petter Malvik, responsável pela campanha da ONU Clean Seas (mares limpos, na tradução livre). Cerca de 60 países se uniram a esse projeto lançado em 2017 para lutar contra os plásticos não reutilizáveis.
 
Segundo outro estudo, da revista “Science Advances”, das 8,3 bilhões de toneladas de plástico produzidas entre 1950 e 2015, 6,3 bilhões de toneladas se tornaram resíduos muito pouco biodegradáveis. E, destes, apenas 9% foram reciclados.
 
“Mais de 700 espécies estão afetadas”, sendo algumas delas “especialmente sensíveis, como as tartarugas, que confundem as sacolas de plástico com as medusas que elas comem”, prossegue François Galgani, pesquisador do Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar (Ifremer).
 
Com jornal O TEMPO
 
Fotos: Divulgação

 

 

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